I Simpósio Integrado de Inovação

A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e o Centro de Excelência do Semiárido – Sertão realizaram, nos dias 06 e 07 de novembro, o I Simpósio Integrado de Inovação (SII). O evento, realizado em parceria com a Fapemig, reuniu pesquisadores, autoridades e o setor produtivo para debater soluções tecnológicas voltadas ao desenvolvimento do Semiárido mineiro.

A abertura oficial contou com a presença do reitor da Unimontes, professor Wagner de Paulo Santiago, além de representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDE-MG), da Pró-Reitoria de Pesquisa e coordenadores do projeto Sertão. Durante a cerimônia, destacou-se o papel estratégico do Centro de Excelência, que conta com um investimento de R$ 20 milhões da Fapemig para o desenvolvimento de soluções científicas em cinco anos.

 

Doutor Wagner Santiago de Paulo, reitor da Unimontes

 

Bioeconomia e Parcerias de Peso

Um dos grandes destaques da programação foi a participação da Acelen, reforçando o pilar de Bioeconomia do projeto. Durante as discussões, foi apresentada a relevância das parcerias entre grandes indústrias e a academia para o desenvolvimento de soluções sustentáveis. A presença da empresa evidenciou o potencial do Semiárido para iniciativas de vanguarda, como a produção de energias renováveis e a valorização de cadeias produtivas locais dentro de um mercado global.

Além das parcerias corporativas, o simpósio focou na aplicação prática do conhecimento. Os participantes acompanharam debates que uniram o que há de mais moderno em Inteligência Artificial e Internet das Coisas (IoT) às necessidades reais da agricultura e da gestão ambiental.

 

Painel - Acelen Renováveis

Painel – Acelen Renováveis

 

O Futuro do Campo e o Legado do Evento

O segundo dia foi dedicado ao futuro da produção regional, com foco em Agricultura Digital. Especialistas debateram como o uso de dados e geotecnologias pode oferecer ao produtor rural ferramentas precisas para enfrentar variações climáticas e otimizar o uso da terra. A pauta demonstrou que a inovação tecnológica já é uma ferramenta necessária para garantir a sustentabilidade e a rentabilidade no campo mineiro.

O encerramento do evento reforçou o papel do Sertão como um espaço de conexão entre universidade, governo e setor empresarial. Através dos seus eixos de atuação — Inteligência Artificial, Bioeconomia, Agroeconomia e Biodiversidade — o Centro de Excelência demonstrou que o conhecimento gerado nos laboratórios tem um destino certo: o fortalecimento da economia e a preservação dos recursos naturais do Norte de Minas.

 

Equipe Organizadora

 

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